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Acredito que todos nós já nos deparamos por situações que se dizem ser solidão. Mas, quero começar esse texto falando um pouco das experiências vividas e relatadas por jovens que vivem em "baladas" e no mesmo instante se conceituam "infelizes". Entretanto, o normal seria por estar em uma festa, clube, ou rave, deveriam se sentir animados, de bem consigo mesmo. Todas essas reações de euforia e diversão, a noite acaba se tornando o consciente de si mesmo. Alguns vão com o objetivo de beijar, transar, e também as famosas "ficadas”, outros optam para apenas se divertir, rever os amigos e beber.  O álcool faz efeito nas veias e no sistema nervoso e torna o individuo mais sensível alegre, e comunicativo e observam os outros amigos beijando, paquerando e conquistando a noite. Mas será que essa sensação de prazer recompensa? -Pense!  E enquanto você está ali sozinho com o copo na mão acompanhado com a angústia. A partir desse momento você põe-se a refletir: eu poderia estar em casa dormindo, ou a submissão ouvindo o som do seu (Ipod) ou será que deveria estar na internet, em chat's (pate-papo) conhecendo pessoas interessantes. Por muitas vezes a balada se torna um refúgio para aquele que se sentem sozinhos e frustrados  e que aquele momento ajuda-o a esquecer daquela situação atual, mas no dia seguinte começa tudo novamente; o seu sentimento de culpa vai se tornando ainda maior, por ter gastado as suas economias e não ter conquistado nada. Uma balada recheada de pessoas bonitas, sem suas vestes por completo, exibindo o que a sociedade considera atraente. A felicidade não está inerente à realização momentânea, pense bem antes de viver emoções que lhe podem causar mais ilusão. Para não acontecer isso, escolha ser chamado de idiota por colegas que chamam você para uma noite a ser uma pessoa infeliz consigo. Verás que vai valer apena ter ficado em casa e no outro dia ouvir os relatos sórdidos por eles, mas se seu objetivo é sair da rotina e fugir dos compromissos diários pode se sentir a vontade de pegar uma balada bem animada com limites. Fica a dica!








Roberto Marques.

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